Publicação da versão 4.0.0 do programa da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)


Posted in dezembro 22, 2017 by admin
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Foi publicada a versão 4.0.0 do programa da ECF, que traz as alterações referentes ao leiaute 4, referente ao ano-calendário 2017 e situações especiais de 2018. Portanto, a partir de janeiro de 2018, já será possível transmitir a ECF referente ao AC 2017 ou situações especiais do AC 2018.

As principais alterações do leiaute 4 em relação ao leiaute 3 são:

– Inclusão do campo indicador da DEREX, IND_DEREX, no registro 0020.

– Inclusão do Bloco V – Declaração sobre utilização dos recursos em moeda estrangeira decorrentes do recebimento de exportações (DEREX).

– Atualização das tabelas dinâmicas dos registros M300 – Parte A do e-Lalur – e M350 – Parte A do e-Lacs, de acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.700/2017.

 

Fonte: SPED

Minuta do Manual da ECF Referente ao Leiaute 4


Posted in dezembro 22, 2017 by admin
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Foram publicadas as minutas, em .pdf e word, do manual de orientação do leiaute 4 da ECF, para o ano-calendário 2017 e situações especiais de 2018.

As principais alterações do leiaute 4 em relação ao leiaute 3 são:

– Inclusão do campo indicador da DEREX, IND_DEREX, no registro 0020.

– Inclusão do Bloco V – Declaração sobre utilização dos recursos em moeda estrangeira decorrentes do recebimento de exportações (DEREX).

– Atualização das tabelas dinâmicas dos registros M300 – Parte A do e-Lalur – e M350 – Parte A do e-Lacs, de acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.700/2017.

 

Fonte: SPED

Mercado de TI tem perspectivas de crescimento em 2018


Posted in dezembro 22, 2017 by admin
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Em relação à computação em nuvem, a projeção também é de crescimento

Em 2017 houve um crescimento do setor de tecnologia da informação em todos os trimestres. Com base em uma pesquisa realizada pela ADVANCE Consulting, no primeiro trimestre de 2017 esse mercado apresentou 7.7% de crescimento comparado ao mesmo período de 2016. A partir de abril, notou-se que as empresas de TI aumentaram o foco para vender seus produtos e serviços, enquanto outros setores esperavam o término efetivo da crise. Os clientes responderam ao apelo de vendas e compraram mais, o que levou o segundo trimestre a um crescimento de 6.3% comparado ao ano anterior. O setor continuou aumentando seus resultados no terceiro trimestre, apresentando 9.1% de crescimento.

A pesquisa realizada também demonstrou que esse trimestre teve o menor índice de refração de faturamento, com 35% das empresas entrevistadas crescendo acima de 15%. Além disso, o percentual de contratações foi maior que o de demissões. O crescimento estimado para este último semestre de 2017 está entre 7% e 8%. Um fato importante ressaltado pela consultoria de pesquisa é que as empresas que realizaram uma análise de mercado prévia para pontuar suas oportunidades e ameaças foram as que apresentaram maior taxa de crescimento.

 Para o próximo ano, espera-se um novo aumento desse setor. Gartner já projetava um crescimento de 4% para o setor de tecnologia da informação em 2018. Em relação a valores, a estimativa é que os gastos globais das empresas com TI totalizem US$ 3,7 trilhões em 2018 – um aumento de 4,3% em relação aos US$ 3,5 trilhões estimados para 2017. A maior parte desses números é relacionada com software (projeção de crescimento de 8,5% em 2017 e mais 9,4% em 2018) e serviços de TI (4% de crescimento estimado para 2017 e 5,3% para 2018).

Além disso, outras projeções foram realizadas pelo Gartner quanto às tendências de tecnologia para 2018. O instituto estima um crescimento da Inteligência Artificial, com sistemas que aprendem, adaptam-se e atuam de forma autônoma para a tomada de decisões. Saber analisar com precisão os dados gerados a partir desses sistemas será cada vez mais necessário.

Outro assunto bastante comentado em 2017 continuará crescendo: a Internet das Coisas. Estima-se que em 2018 esses dispositivos sejam testados e analisados, para que até 2022 a maior parte deles já esteja automatizada.

Em relação à computação em nuvem, a projeção também é de crescimento. De acordo com um relatório publicado pela IDC, em 2018 haverá um crescimento de 40% nos investimentos para soluções em cloud na América Latina, onde o mercado brasileiro tem grande participação. Quando se trata de computação em nuvem, a segurança não é mais questionada. Hoje ela já está consolidada e bastante requisitada pelo seu custo, geralmente atrelado ao consumo. A nuvem está cada vez mais relacionada com análises e inteligência artificial, e seus sistemas automatizados para detectar comportamentos e corrigir falhas de sistemas e máquinas.

Como vimos, 2018 será ainda mais transformador. Contar com empresas que estão atualizadas e preparadas para seguir nessa transformação digital é primordial para que os negócios alcancem seus resultados com sucesso.

Fonte: Administradores

Impacto da agenda fiscal na rotina tributária das empresas


Posted in dezembro 21, 2017 by admin
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* Diogo Coimbra de Brito

O ano de 2018 se aproxima e com ele uma ‘montanha’ de obrigações fiscais, o que tira o sono de muita gente, isso porque o excesso de burocracia faz com que o planejamento tributário das empresas demande um tempo além do esperado, tanto em relação à análise quanto ao monitoramento e acompanhamento operacional. É importante lembrar que, independente do porte da empresa, o cruzamento de informações que o Fisco faz está cada vez mais detalhado e, principalmente, rigoroso.

De acordo com estudo publicado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), até o último dia útil de setembro de 2017 foram editadas quase 5,7 milhões de normas tributárias que regem a vida dos brasileiros, com uma média de 798 por dia útil, ou seja, 1,92 por hora. Desde a Constituição Federal (1988) foram criadas 16 emendas constitucionais, além dos inúmeros tributos, como: CPMF, COFINS, CIDES, CIP, CSLL, PIS Importação, COFINS Importação e ISS Importação. Outro fator que agrava a complexidade é que dentre essas normas, apenas 4,13% não sofreram quaisquer alterações.

Neste contexto, a pergunta que fica é: como acompanhar este nível de detalhamento para evitar multas? Quando o assunto é o Fisco todo cuidado é pouco, lembre-se que não é apenas o seu emprego que está em jogo, mas também a carreira de grande parte das pessoas que convive pelo menos 40 horas semanais ao seu lado.

Grandes desafios pedem soluções ágeis e a sistematização faz com que as obrigações fiscais possam ser entregues com velocidade e segurança. Para que nada passe despercebido, não basta simplesmente entregar arquivos à Receita Federal Brasileira, as informações devem estar em compliance, pois qualquer equívoco pode resultar em penalidades gravíssimas.

Contar com uma agenda fiscal voltada para a proatividade na geração das obrigações e totalmente integrada ao ERP é o segredo para as organizações que buscam alavancar resultados na rotina tributária. Neste sentido, o especialista contábil/fiscal passa a ser o protagonista das oportunidades lucrativas proporcionadas ao negócio. Quando o sistema é flexível na parametrização de vencimentos e períodos de apuração, os resultados refletem diretamente no aumento da confiabilidade, produtividade e qualidade, além do foco na atividade operacional e precisão das entregas.

Diogo Coimbra de Brito é gerente do Suporte e Evolução da Solução Fiscal GUEPARDO da FH. É mestrando em Engenharia Elétrica e Informática Industrial na UTFPR, possui MBA em Gerenciamento de Projetos pela FGV e é Analista de Sistemas pela PUC-PR e UNISUL, conta com as certificações: PCC Professional Coach Certification, DiSC®, E2E100 Root Cause Analysis Expert, C_PXSUP_90 Support Consultant for Incident Management, CSM Certified Scrum Master, Six Sigma White Belt e Six Sigma Red Belt.

Fontes:

Estadão

Diário Comércio, Indústria & Serviços

Administradores

Notícias Fiscais

PHS Contabilidade

Jornal da Mulher

Bem Paraná

Portal Fator Brasil

Academia GUEPARDO – Edição Mercado Livre


Posted in dezembro 19, 2017 by admin
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A Academia GUEPARDO é mais do que um curso de capacitação, ela desenvolve o conhecimento do aluno, alavanca sua bagagem profissional e proporciona inúmeras vantagens que só o ambiente SAP GUEPARDO pode oferecer.

Como cada estado possui suas peculiaridades e atribuições, as edições ocorrem em locais diferentes. Desta vez a Academia GUEPARDO ocorreu em sua modalidade in-company, no Mercado Livre.

O conteúdo disseminado foi além da teoria e contou com uma didática cuidadosamente desenvolvida pelas tutoras Suzi Rodrigues Fogaça, Principal, e Adriana Cavalcante, SAP Consultant, ambas da área de Fiscal Processes da FH São Paulo.

Confira abaixo algumas fotos da Academia GUEPARDO – Edição Mercado Livre em São Paulo que ocorreu de 11/12 a 14/12!

Gestão tributária é um assunto complexo e valioso, e quem não se atualiza fica para trás. Para ficar por dentro de todas as novidades e próximas edições da Academia GUEPARDO basta enviar um e-mail para academia.guepardo@fh.com.br.

EFD-Reinf: Fixados Prazos para 2018


Posted in dezembro 18, 2017 by admin
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A Instrução Normativa RFB 1.767/2017 estabeleceu os prazos do início de entrega da EFD-Reinf (nova obrigação acessória imposta aos contribuintes em 2018):

1 – para o 1º grupo, que compreende as entidades integrantes do “Grupo 2 – Entidades Empresariais”, do anexo V da IN RFB 1.634/2016, com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00, a partir das 08 horas de 1º de maio de 2018, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir dessa data;

2 – para o 2º grupo, que compreende os demais contribuintes, exceto os previstos no item 3 adiante, a partir das 08 horas de 1º de novembro de 2018, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir dessa data; e

3 – para o 3º grupo, que compreende os entes públicos, integrantes do Grupo 1 – Administração Pública, do anexo V da IN RFB 1.634/2016, a partir das 08 de 1º de maio de 2019, em relação aos fatos geradores ocorridos a partir dessa data.

A EFD-Reinf será transmitida ao SPED mensalmente até o dia 15 do mês subsequente ao qual se refira a escrituração.

Fonte: Guia Tributário

Conhecendo o poder do BIG DATA


Posted in dezembro 18, 2017 by admin
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Segundo o Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT), as empresas que utilizam os dados para a tomada de decisão têm ganho de produtividade de 5%, uma grande vantagem

Muito falado, principalmente na última década, após a popularização das redes sociais, aplicativos e smartphones, o termo BIG DATA parece uma palavrinha vinda do futuro ou trazida por algum alienígena em uma nave espacial. Ao ouvi-la, muitas pessoas tem a certeza do completo desconhecido. Outras, porém, já sabem se tratar de um gigantesco número de dados gerados todos os dias, que está afetando o cotidiano de todos, mas não sabem de onde vem ou o que se pode fazer com eles. Ampliar o alcance de conhecimento sobre os dados e sobre os desafios impostos para utilizá-los como expertise são alguns dos objetivos deste artigo.

Traduzindo a complexidade, o termo BIG DATA representa os inúmeros dados gerados a partir do comportamento das pessoas e ocorrências no ambiente, vindos de diversas fontes e que podem ser processados e organizados por softwares e ferramentas de banco de dados. O termo BIG DATA também costuma ser definido por três palavras: volume, variedade e velocidade.

O volume, uma das características que o faz parecer confuso, diz respeito ao sem fim de dados gerados diariamente. Hoje em dia, o volume é gigante, por serem gerados continuamente nos vários canais da internet, nos aplicativos, nos celulares e smartphones nas empresas privadas, nas companhias públicas e em diversos serviços, como os sensores de tráfego e as câmeras de segurança. Praticamente tudo gera dados! Só para se ter uma ideia, de 2003 a 2012 foram gerados 500 vezes mais dados do que todo o volume gerado em nossa existência até 2003.

Já a variedade diz respeito às formas de dados que encontramos, como os dados estruturados, a exemplo dos relatórios estatísticos das empresas e os dados não estruturados, como textos, imagens, vídeos e áudios que circulam na internet.

E, por fim, a velocidade está relacionada à rapidez com que estes dados são gerados atualmente e ao quão rápido é cada vez mais necessário que os mesmos sejam analisados para a tomada de decisão. As empresas presentes nas redes sociais precisam responder muito rapidamente a críticas e tomar decisões sobre problemas causados aos clientes, posição que antes podia levar meses. Dados do dia anterior, em muitas situações, de interação com o consumidor, por exemplo, são considerados dados velhos.Sim, esta é uma das principais funções dos dados: tomar decisões no presente, fazer previsões e estimativas e modificar situações.

DESAFIO
Coletar e analisar dados para obter informações e com elas gerar inovação ou melhorias não é algo novo. O que tem de novo e leva o nome de BIG DATA é o volume de dados, suas inúmeras fontes e a velocidade com que são gerados e precisam ser tratados para se obter inteligência e promover melhorias e inovação nos negócios e nos serviços à sociedade. Este é o desafio imposto às empresas e a seus profissionais de negócios e de tecnologia.

Um percentual muito pequeno de empresas utiliza o BIG DATA como ferramenta para obter diferenciais, mas é certo que, aquelas que utilizarem sairão na frente. Segundo o Instituto de tecnologia de Massachusetts (MIT), em pesquisa realizada em 2013, as empresas que utilizam os dados para a tomada de decisão em vez de simplesmente utilizar a experiência e a intuição tem ganho de produtividade de 5%, uma vantagem competitiva valiosa, afirmou Cezar Taurion, especialista no assunto.

Ainda com foco no ambiente de negócios, outro grande desafio deve ser o de convergir os dados gerados no dia a dia da operação das empresas – como os dados de venda e de produção, com os dados vindos da rede (internet); as métricas dos canais online da empresa (site, e-commerce, redes sociais e blogs). Estes dados, tanto da primeira, quanto da segunda origem representam as respostas dos consumidores, dizem respeito à sua interação com a empresa, com seus produtos e com a sua marca e, quanto mais ela conhecer este comportamento e responder a ele rapidamente e de forma personalizada, mais sucesso e vantagem competitiva obterá.

AS EMPRESAS NÃO ESTÃO PREPARADAS
As empresas não estão preparadas para atuar com o BIG DATA como aliado, no que tange aos pilares de uma organização: Pessoas, Processos, Estrutura e Tecnologia. E o problema não é propriamente a coleta de dados. As empresas de médio porte já trabalham com algum sistema de coleta de dados e gestão de informações e muitas pequenas também. Mas, mesmo nas grandes empresas, o problema é destinar pessoas e estrutura e criar os processos para a inteligência de negócio com base nos dados – mineração e análise, geração de ideias e implementação. O assunto não para por aqui, mas, além do conceito, já sabemos que os muitos dados que nossas empresas geram, sem aplicação não tem valor nenhum.

Fonte: Mundo do Marketing

Comando de voz, o futuro das marcas e do varejo


Posted in dezembro 15, 2017 by admin
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Os consumidores se adaptaram facilmente à transformação digital do varejo, aprovando os benefícios e a comodidade oferecida pelas tecnologias e pela digitalização dos processos de compra. Na verdade, hoje eles estão mais exigentes do que nunca, e esperam que os varejistas invistam em tecnologia para oferecer uma experiência cada vez melhor.

Os consumidores já estão usando comando de voz para fazer pesquisas, selecionar músicas, definir tarefas na agenda e obter previsões meteorológicas. Eles também estão começando a usar essa tecnologia para comprar. E se já estavam acostumados a comprar com o mínimo de cliques em um site, a tecnologia de comando de voz é o próximo passo.

Os clientes querem não só pesquisar produtos e comparar preços apenas falando com seus smartphones, mas também poder fazer toda a compra por meio de processos habilitados para a fala. Oferecendo muito mais conveniência, especialistas acreditam que a adoção em massa dessa tecnologia é inevitável, sendo o melhor caminho para chegar aos consumidores, sempre conectados e digitalmente envolvidos, mesmo sem utilizar as mãos.

Por ser uma tecnologia praticamente sem interface, a inclusão proporcionada pelo comando de voz tem um grande potencial de impulsionar ainda mais sua adoção. Pessoas com alguma deficiência visual e idosos, por exemplo, terão maior autonomia e facilidade para fazer suas compras.

Essa facilidade deve colaborar para que o comando de voz seja a nova forma de comprar. Em 2016, as vendas do Echo, alto-falante sem fio com comando de voz da Amazon, aumentaram nove vezes durante os feriados em comparação com o mesmo período de 2015. Após terem adquirido o dispositivo, os proprietários gastaram cerca de 10% a mais no e-commerce nos seis meses seguintes.

Mas para se destacar nesse segmento, as marcas precisam reimaginar suas estratégias. Sem a representação visual da marca na tela, é mais comum que nas pesquisas por voz, os consumidores consultem por produtos e não tanto por marcas, a menos que seja algo muito específico. Isso vai impactar a forma como as pessoas chegam até a sua empresa. Consciência da marca e diferenciação serão ainda mais decisivas para tornar sua marca sinônimo de uma categoria inteira.

Além disso, as marcas precisam pensar como sua estratégia omnichannel vai incluir o comando de voz. Isso não significa padronizar a experiência em todos os canais, como vemos que algumas empresas entendem o omnichannel. É preciso ir além e tirar o maior proveito possível dessa ferramenta, alinhando com os outros canais e criando novas possibilidades de interação, sempre com foco no cliente.

Imagine que seu assistente virtual te acorde informando que uma promoção do seu café favorito está acontecendo naquele dia, aquele que fica no caminho para o seu trabalho. “Bom dia João, hoje o Café da Vila está oferecendo um donut na compra de qualquer bebida quente. Devo pedir o seu cappuccino com cobertura extra?”, “Sim, por favor”, “Ok, vou fazer o pedido quando você estiver a 10 minutos de chegar à loja”. Passando por lá, a atendente já estará com seu pedido pronto para retirar. Parece uma ótima economia de tempo e esforço, não é?

Conveniência, facilidade, usabilidade e rapidez são os principais atrativos dessa tecnologia. O comando de voz é uma extensão natural da transformação digital do varejo. Mais do que nunca é preciso que as marcas escutem seus clientes para conseguir criar sua própria voz nesse mercado. Você está pronto?

Fonte: SAP

Varejo Omnichannel no final do ano: Encantando consumidores e direcionando estratégias


Posted in dezembro 13, 2017 by admin
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Em que medida o surgimento do comércio eletrônico e omnichannel abalou o ecossistema já estabelecido das vendas no varejo no fim do ano?

A atividade econômica de um país depende em grande parte de um conjunto de estímulos comerciais que criam um fenômeno de ritualização. Celebrações no final do ano assumem atributos específicos e temporalidade: Decoração e animação nos pontos de vendas, surgimento dos primeiros anúncios de Natal no início de setembro, as tradicionais listas de desejos para o Papai Noel, várias promoções de vendas, etc.

Missão crítica: E-commerce e as vendas do varejo no final de ano

Durante várias décadas, as festas e as vendas de final de ano foram momentos-chave para o comércio, e geralmente servem de cenário para novas tendências de marketing.

Dada a importância deste período para os varejistas – os dois últimos meses do ano representam aproximadamente 45% da receita adicional em comparação com os outros meses do ano, de acordo com a FEVAD – é de extrema importância que eles adotem as melhores práticas e que contem com ferramentas adaptadas aos novos modelos de comércio e consumo e às expectativas dos clientes e consumidores.

A era do varejo omnichannel

Novos desafios surgiram com o comércio omnichannel: logística ainda mais complexa, uma demanda crescente de consumidores que esperam uma experiência e um serviço de qualidade extrema, não importa onde e quando façam sua compra, bem como um processo de consumo ainda mais complexo. Os clientes devem receber o que que querem, a tempo, independentemente se planejaram com antecedência suas compras de final de ano ou se deixaram para a última hora.

Os varejistas mais bem-sucedidos são aqueles que se antecipam a esse período de agitação, adotando formas de aumentar o seu conhecimento sobre os clientes, ficando assim preparados para responder às suas necessidades. Para fazer isso, as empresas devem ter ferramentas flexíveis que permitam o monitoramento contínuo antes, durante e após o ciclo de compra do consumidor.

As empresas devem buscar um relacionamento de longo prazo com seus consumidores. É essencial que um stakeholder que atue em diversos canais ao mesmo tempo tenha uma visão unificada que permita o controle de todas os pedidos, estoque, preços, promoções e ofertas para que possa proporcionar ao cliente uma experiência satisfatória.

Desembrulhe a satisfação do consumidor

Se há uma coisa que aprendemos sobre estratégia comercial e de marketing durante as vendas de final de ano é que é neste período que os consumidores buscam experiências.

A chave para proporcionar essas experiências está na eficiência comercial omnichannel, já que os consumidores esperam um serviço conveniente e que forneça a flexibilidade necessária para atender seus modelos de consumo que mudam a todo tempo. Cabe aos players do mercado não decepcionarem os consumidores durante esse período.

Fonte: The Future of Commerce

Revista FH – 9° Edição


Posted in dezembro 12, 2017 by admin
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Já está disponível a nona edição da Revista FH!

Se preferir, você pode baixar o aplicativo do ISSUU no Google Play ou na App Store. Não deixe de seguir a página da FH no ISSUU, pois sempre que postarmos novos conteúdos, você receberá um aviso online!

Confira os destaques desta edição:

  • Projeto feito pela FH na Braskem é premiado
  • Salto ao mercado europeu
  • Unidade Outsourcing é recertificada em SAP PCoE
  • Cloud: por que sua empresa deve migrar para a nuvem?
  • 1° projeto do Brasil em vendas assistidas
  • Confira os depoimentos dos clientes FH no SAP Forum 2017!

Boa leitura!

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