Publicação da versão 4.0.3 do programa da Escrituração Contábil Fiscal (ECF)


Posted in janeiro 31, 2018 by admin
image-1

Foi publicada a versão 4.0.3 do programa da ECF, com a correção da regra de obrigatoriedade do registro W200.

Observação: A versão 4.0.2 do programa da ECF continua apta para tranmissão de arquivos da ECF.

Fonte: SPED

Conectando negócios na Era digital – Infográfico


Posted in janeiro 30, 2018 by admin
image-1

Os líderes empresariais e de TI de todas as indústrias estão constantemente procurando maneiras inovadoras de levar suas empresas à frente da economia, incorporando a tecnologia para serem mais competitivos na Era digital.

Com a ascensão de produtos inteligentes, temos acesso a quantidades de informações em paralelo. Isso, junto com a evolução da conectividade, Big Data, análise preditiva, tecnologia em nuvem, Inteligência Artificial e machine learning, agora podemos convergir essas tecnologias operacionais e de informação para impulsionar a transformação digital de ponta a ponta em nossos negócios, independentemente da sua indústria.

Estamos vivendo uma era emocionante com grandes oportunidades para construir negócios inteligentes usando tecnologias de ponta que nos permitem otimizar cada operação dentro de nossa empresa, conectando processos, infraestrutura e pessoas.

Fonte: SAP

Experiências que transformam o consumidor em defensor da marca


Posted in janeiro 29, 2018 by admin
image-1

Especialista da FH conta porque é importante oferecer experiências que transformam o consumidor em um defensor da sua marca e como fazer isso.

A logística do atendimento nunca foi tão importante para as marcas como agora. Isso porque, com a tecnologia inserida no cotidiano das pessoas, a venda online e offline se completam e, com isso, novos desafios surgem para a era do varejo omnichannel – tendência que converge todos os canais de venda utilizados por uma empresa e faz com que a experiência do cliente seja o ponto-chave.

Na era da experiência, é preciso pensar em cada cliente como uma unidade e não mais como um grande público, afinal, cada um tem necessidades específicas, fator  que exige a presença das marcas em todos os pontos de contato. No entanto, o processo de acompanhar a jornada do cliente vai além da simples padronização de apps, sites e lojas.

Um estudo realizado pela SAP Hybris aponta que 49% dos consumidores se sentem confortáveis com o compartilhamento de dados pessoais com as marcas. No entanto, em troca, eles esperam que as interações sejam em tempo real, personalizadas e adaptadas de acordo com as preferências de compra, o histórico de transações e o comportamento do usuário. Isso significa que durante a jornada de compra a expectativa vai além da qualidade de serviço, também envolve a proximidade com a marca e o sentimento de valorização.

A pesquisa ainda revela que 43% das empresas concordam que uma boa experiência com as marcas torna o consumidor um defensor delas, mais do que isso, ainda garante a utilização do serviço mais vezes e indicação para outras pessoas. Outro ponto da pesquisa é que 51% dos consumidores esperam ver as mesmas ofertas de uma loja em múltiplos canais.

O fato é que o potencial dos recursos digitais, que vai desde as redes sociais até a Internet das Coisas, promoveu nos últimos anos uma verdadeira revolução no mercado varejista. Diante disso, a expectativa para as próximas décadas é que, cada vez mais empresas, de diferentes segmentos, apostem na multicanalidade para acompanhar a evolução do comportamento dos consumidores.

Confira algumas tendências omnichannel para o varejo em 2018:

• Comando de voz

Os consumidores já utilizam comando de voz para fazer pesquisas, obter previsões meteorológicas, selecionar músicas, entre outras inúmeras tarefas. E, se já estavam habituados a adquirir produtos com um simples clique, por que não utilizar a tecnologia de comando de voz? Certamente, essa é a próxima aposta para aprimorar ainda mais a jornada de compra. Ao utilizar o comando de voz, pessoas com alguma deficiência física ou visual, ou até mesmo idosos, terão mais facilidade para fazer suas compras.

• Vitrines inteligentes

Os conceitos de omnichannel e machine learning possibilitam novas experiências para o varejo. De olho no mundo da moda, a SAP desenvolveu a solução Vitrines Inteligentes, uma tecnologia de recomendação de produtos que transforma as vitrines em auxiliares inteligentes de venda e de administração. A solução oferece agilidade e benefícios para lojistas e consumidores, além de um canal específico e personalizado de relacionamento com o cliente.

• Vendas assistidas

Antes, os clientes chegavam à loja, discutiam com o vendedor o projeto de sua casa, verificavam o preço e a disponibilidade de estoque de determinado produto. Hoje, por meio do multi-atendimento, usando o site e o celular, os vendedores podem ofertar mais informações sobre cada item, o que transforma a compra em uma experiência única e diferenciada.

Wilmar Lima é vice-presidente de Transformação Digital da FH

 

 

 

 

Fontes:

Portal No Varejo, Administradores, E-commerce Brasil, Portal Fator Brasil, Diário Indústria e Comércio, Blog Mirian Gasparin, Revista Varejo Brasil, Consumo em Pauta, AW Informática, Empresas S/A, Mundo Digital, Repórter Nordeste, Publicitando, Valor Agregado, Aviação & Mercado, Profissional de E-commerce, Cosmetic Innovation

Inteligência artificial: aprendizagem das máquinas


Posted in janeiro 24, 2018 by admin
image-1

A tecnologia de aprendizagem mecânica alimenta muitos aspectos da sociedade moderna, desde pesquisas na web, filtragem de conteúdo em redes sociais, até recomendações em sites de comércio eletrônico, e está cada vez mais presente em produtos de consumo, como câmeras e smartphones. Os sistemas de aprendizado de máquina são um subcampo da Inteligência Artificial que permitem o uso de métodos de análises de dados que automatizam o desenvolvimento de modelos analíticos.

Recentemente, as técnicas de aprendizado de máquinas fizeram avanços em uma variedade de áreas de aplicação, como bioinformática, identificação de objetos em imagens, transcrição de mensagens em texto, combinação de itens de notícias, postagens ou produtos com os interesses dos usuários e seleção dos resultados relevantes de pesquisas.

O aprendizado de máquina constrói algoritmos e modelos que possam aprender a tomar decisões diretamente de dados sem seguir regras predefinidas. Os algoritmos se dividem em três categorias: aprendizagem supervisionada, não supervisionada e de reforço.

Especificamente os algoritmos de aprendizagem supervisionada aprendem a conduzir tarefas de classificação ou regressão a partir de dados rotulados, enquanto os não supervisionados se concentram na classificação dos conjuntos de amostras em diferentes grupos (ou seja, clusters) com dados não rotulados.

Já nos algoritmos de aprendizagem de reforço, os agentes aprendem a encontrar as melhores séries de ação para maximizar a recompensa acumulada (ou seja, a função objetiva) interagindo com o meio ambiente.

Os avanços mais recentes incluem aprendizado profundo (deep learning), transferência de aprendizado e redes adversárias generativas (GAN), e fornecem também as investigações e instruções de aplicação da inteligência artificial de formas inimagináveis.

O aprendizado profundo (deep learning) utiliza modelos de redes neurais de múltiplas camadas, sendo usado em uma incrível variedade de aplicações e diferentes combinações de técnicas matemáticas. É um modelo poderoso e diferenciado, pois pode considerar todos os parâmetros e automaticamente determinar a melhor combinação dos valores de entrada, tornando o processo de tomada de decisão muito mais sofisticado, convertendo computadores e dispositivos em sistemas mais inteligentes.

As coisas que os robôs só podiam fazer em filmes de ficção científica podem agora ser realizadas por smartphones. Qualquer linguagem pode ser compreendida e traduzida quase instantaneamente: conversamos com Siri, Cortana, Google Assistant ou Alexa; elas entendem, obedecem e respondem com um discurso natural e uma piada ocasional.

A impressionante “criatividade” das máquinas também é expressa no campo do processamento de imagens e visão. As redes neurais, vagamente inspiradas pela arquitetura hierárquica do sistema visual de primatas, superam rotineiramente os seres humanos em tarefas de reconhecimento de objetos. Agora, cenas complexas podem ser analisadas para localizar e identificar com precisão cada objeto e sua relação com os outros, e ainda fornecer uma descrição por texto.

Pode-se dar à rede uma foto de férias e pintá-la como um quadro impressionista; inserir uma foto em preto e branco antiga, e tê-la colorizada; dar um desenho de linhas e transformá-lo em um objeto real; dar uma descrição de texto e ter uma novela nunca vista antes de imagens geradas a partir do zero. Ao inverter o processo de análise (deconvolução), as imagens novas podem ser sintetizadas, dando a essas redes a capacidade de “sonhar”, mas também de realizar proezas de processamento úteis de imagem. Não parece haver nenhum limite para o que pode ser feito, exceto para a imaginação humana (e o conjunto de dados de treinamento).

Muitos são os avanços no campo da inteligência artificial e deve-se ver o incrível progresso do aprendizado de máquina como um despertador, uma ocasião para abandonar desculpas e uma razão para encorajar novas abordagens.

Fonte: ABES

Investimentos em tecnologia devem crescer 4,5% em 2018, estima Gartner


Posted in janeiro 22, 2018 by admin
image-1

Apesar das incertezas que ainda rondam a saída do Reino Unido da União Europeia, o câmbio e a possibilidade de uma recessão global, as empresas continuarão a investir em tecnologia na expectativa de gerar mais receita. Segundo estimativa da empresa de pesquisa Gartner, os orçamentos terão um acréscimo de 4,5% em 2018, chegando a US$ 3,7 trilhões.

Iniciativas na área de negócios digitais, blockchain, internet das coisas e a evolução dos sistemas de análise de dados baseados no conceito de big data para a inteligência artificial serão os principais impulsionadores do crescimento.

O Gartner estima que a inteligência artificial, sozinha, vai gerar US$ 2,9 trilhões em novas oportunidades de criação de valor para as empresas até 2021, assim como recuperar 6,2 bilhões de horas de produtividade perdida com atividades repetitivas, ou com a geração de insights e novas fontes de receita.

Olhando para 2018, o segmento que apresentará o maior crescimento será a área de software, com 9,5%, para US$ 389 bilhões, na medida em que empresas investem mais no conceito de software como serviço (SaaS). A venda de dispositivos avançará 5,6%, segundo ano consecutivo de expansão depois de recuos em 2015 e 2016. A expectativa é que sejam gastos US$ 706 bilhões na compra de celulares e telefones. Os serviços de comunicação continuarão a ser a maior linha de gastos, com US$ 1,43 trilhão, crescimento de 2,4%.

Fonte: Uol – Valor Online

Soluções para o compliance fiscal das organizações


Posted in janeiro 18, 2018 by admin
image-1

Por Johney Laudelino Da Silva

Quando se trata de compliance fiscal, é fundamental atender às solicitações do Fisco por completo, assegurar a correta apuração e entrega das obrigações federais, estaduais e municipais.

Além disso, o fato de estar de acordo com as normas e a legislação vigentes possibilita aos usuários das informações contábeis, fiscais e tributárias maior estabilidade para negociar ações, empréstimos, investimentos e para firmar contratos com a administração empresarial. Não basta atender de forma isolada os estágios do processo tributário, é preciso fazer análises para buscar inconsistências.

A otimização de processos passa por requisitos básicos que futuramente serão eficazes e modernos. Um deles é a utilização da mesma base de dados, com ganhos em tempo de execução e separação ou, em alguns casos, importação dos documentos fiscais idôneos.

Isso faz com que os analistas utilizem mais tempo para operar os números, ao invés de corrigi-los. A consequência é a entrega dos dados compilados com celeridade quando a empresa estiver em fechamento.

É válido destacar que os profissionais que atuam na área contábil trabalham para gerar informações capazes de promover alternativas às políticas públicas, como a contraprestação dos tributos apurados e recolhidos pelos contribuintes.

Neste sentido, uma solução fiscal implementada nas organizações deve gerar confiabilidade nos dados e segurança na proteção às informações, uma vez que a eficiência e as várias funcionalidades do software, acopladas à realidade das empresas brasileiras, são indispensáveis diante da complexidade da legislação brasileira.

Hoje, o país vive uma crise moral, com grandes corporações envolvidas em escândalos de corrupção, estatais tomadas por partidos políticos e trabalhando pela própria sobrevivência e prosperidade. Uma afronta à ética que afeta diretamente todas as atividades empresariais.

Diante deste círculo vicioso, influenciado pelas más condutas e práticas na administração de muitas companhias, a aplicação de ferramentas voltadas ao compliance fiscal torna-se fundamental. Quando aplicadas com o intuito de dar mais transparência às ações, esses dispositivos geram confiabilidade aos negócios feitos entre as empresas privadas e os órgãos da administração pública.

Johney Laudelino da Silva é especialista em Gestão Tributária e na Solução Fiscal GUEPARDO da FH. É formado em Ciências Contábeis e possui MBA em Gerência Contábil pelo IBPEX.

Fontes:

Diário Comércio, Industria e Serviços

Portal Fator Brasil

Fenacon

Curitiba IT

GS Notícias

Conheça as dez tendências globais de consumo, segundo a Euromonitor


Posted in janeiro 17, 2018 by admin
image-1

Consultoria britânica divulga relatório anual a respeito da forma de consumo das pessoas. O estilo Millennial ganha cada vez mais espaço

Como será o mundo do consumo em 2018? Segundo a consultoria britânica Euromonitor, a tendência é que o estilo de vida mais livre e menos pautado na posse de produtos ou serviços se consolide cada vez mais. O detalhe: não é somente a geração dos Millennials, aqueles que nasceram após 1985, que está de olho nessa transformação.

Todos os anos, a Euromonitor divulga as tendências de consumo globais. Para 2018, o estilo de vida menos conservador, muito ligado às gerações passadas como a X e a Baby Boomer, não terá tanto espaço. A internet estará no centro de boa parte do consumo, que deverá ser ainda mais pautado na ideia de capitalismo consciente.

Confira, abaixo, as dez tendências globais segundo a consultoria:

1 – Vida limpa

Esqueça aquele consumo desenfreado de outros tempos. O estilo de vida mais “clean” será pauta de boa parte da população, especialmente daqueles mais jovens, que possuem entre 20 e 29 anos. Muitos deles educados e com um curso superior na bagagem, pensam que realmente podem fazer a diferença no mundo – 60% deles acreditam que as suas escolhas impactam diretamente no planeta.

Por isso, essas pessoas estão mais fechadas para hábitos pouco saudáveis, não querem comprar produtos testados em animais e até mesmo recusam álcool. Inclusive, esses jovens preferem ficar em casa relaxando em vez de ir para uma boate durante a noite.

2 – Inquilinos

Esqueça a posse. De acordo com a Euromonitor, uma geração que prefere experiências à posse está ganhando cada vez mais espaço no mercado. A experiência vale tanto quanto um bem. Daí o crescimento de aplicativos como Uber e Airbnb. O estilo de vida mais livre é uma tendência que veio para ficar.

3 – A cultura da reivindicação

O consumo pode ser menor, mas a exigência cresceu – e muito. Com as redes sociais, uma simples reclamação pode resultar em um grande boicote à uma empresa ou marca. Com o crescimento constante do acesso à internet por meio de dispositivos móveis, especialmente smartphones, o “ativismo hashtag” é cada vez mais comum.

A empresa que se recusa a enxergar esse movimento pode ser dar muito mal. Especialmente no Brasil. Por aqui, 80% dos internautas atualizam as redes sociais, ao menos, uma vez por semana. Imagine se for para falar mal de sua marca?

4 – “Está no DNA – Eu sou tão especial”

O tema saúde está cada vez mais em voga na vida das pessoas, ainda mais na internet. Influenciadores e influenciadoras fitness arrematam milhões de seguidores para seus hábitos saudáveis e corpos esculturais. E esse movimento também está fazendo com que as pessoas passem a querer entender melhor o próprio corpo e de onde vieram.

Segundo a consultoria, a busca pelo histórico genético está em evidência. Seja para aqueles que se preocupam com o bem-estar, seja para aqueles que querem entender as suas origens e até aqueles fanáticos pela vida fitness, em busca de resultados mais rápidos.

5 – Empreendedores adaptativos

A rotina de trabalho das 9h às 17h está fadada ao esquecimento. Pelo menos para parte de uma geração, que está disposta a cuidar melhor do seu tempo, mesmo que isso represente maiores riscos. E isso não está reservado somente aos jovens.

De acordo com um levantamento feito pela Euromonitor, 60% dos millennials querem trabalhar de forma autônoma, enquanto 55% da geração X também preferem ter mais liberdade na vida profissional. Os mais conservadores, claro, são os baby boomers: apenas 35% deles aceitariam um trabalho menos tradicional.

6 – “Vejo do meu quarto”

As pessoas não precisam mais sair do próprio quarto para consumirem ou se informarem. Tudo está lá bem próximo, na palma da mão. E não são poucas pessoas com esse acesso: cerca de 90% das gerações X, Y e Z possuem o próprio smartphone. A geração Y, por sua vez, é a que mais usa o celular para consumo: cerca de 55% deles compram por meio do mobile commerce.

Apesar disso, cerca de 47% dos consumidores ainda preferem testar ou ver o objeto pessoalmente antes de comprar. Aí que entra a realidade aumentada. A tendência é que esse tipo de ferramenta seja cada vez mais comum em aplicativos e sites. Por meio de óculos de imersão, o consumidor terá uma experiência mais próxima à realidade por meio do smartphone – mesmo que seja digital.

7 – Consumidores detetives

As pessoas estão mais desconfiadas. O crescimento da disseminação de notícias falsas, assim como o caso de influenciadores digitais fazendo avaliações duvidosas de produtos e serviços, fez com que os consumidores passem a pesquisar melhor antes de realizar qualquer compra. E eles querem consumir de marcas em que podem confiar.

Cerca de 55% das gerações Y e X compram apenas daquelas marcas que confiam. Para isso, essas empresas precisam estar bem de acordo com os seus valores – esses consumidores estão cansados de retóricas vazias e palavras tranquilizadores. Eles querem, mais do que nunca, a verdade.

8 – Designers digitais

A personalização de produtos está indo para outro nível. O consumo de produtos massificados, que todos têm, não fará mais tanto sucesso assim. Por isso, as pessoas querem personalizar aquilo que compram – elas precisam participar do processo, não serem somente passivas.

E eles não necessariamente querem colocar a mão na massa. Apesar de querem algo feito para eles, preferem algo mais facilitado: uma ferramenta em um aplicativo para escolher a estampa da camisa dele, por exemplo. Mas precisa ser algo somente dele: cerca de 55% dos consumidores entre 15 e 44 anos querem ser visto como diferentes dos outros.

9 – Co-habitação

Para que ter uma casa própria se eu posso alugar? Melhor: para que eu gastar um alto valor em um aluguel, se eu posso dividi-lo com alguém? A tendência de dividir uma casa ou apartamento está crescendo e não somente entre os Millennials. Segundo a Euromonitor, até pessoas mais velhas, acima dos 65 anos, estão buscando dividir o mesmo teto com pessoas que compartilham os mesmos interesses e valores.

Não por acaso, startups já estão de olho nesse mercado. A WeWork, de escritórios compartilhados e que está avaliada em US$ 20 bilhões, está aumentando o investimento no seu braço WeLive. Trata-se de apartamentos que lembram muito dormitórios de universidade. E a empresa não espera pouca coisa desse negócio: a estimativa é que o WeLive represente 21% das receitas da empresa em 2018.

10 – Os sobreviventes

A crise muda a forma como vemos o consumo. Especialmente daqueles que passaram por poucas e boas durante os tempos de recessão. Dez anos após a crise econômica global (que afetou o Brasil anos depois, com uma ajudinha do governo local, e que ainda faz vítimas por aqui), as pessoas estão mais atentas. Muitos, aliás, sequer se recuperaram dos tempos sombrios.

Não à toa, lojas mais baratas estão ganhando mais espaço. Que o digam as cadeiras de atacarejo no Brasil, que viraram as grandes estrelas das redes supermercadistas por venderem produtos ao preço de atacado para o consumidor comum. Nos Estados Unidos não é muito diferente. Cerca de 35% dos consumidores afirmam que continuarão visitando os famosos outlets mesmo após a crise.

Fonte: Consumidor Moderno

Por que o digital commerce é 5x maior que o e-commerce?


Posted in janeiro 15, 2018 by admin
image-1

Comprovadamente, o digital commerce é muito mais relevante que o e-commerce ou qualquer outro canal de vendas isolado

Vivemos a Era da Transformação Digital. Muito se lê e se fala sobre esse movimento e isso faz com que as companhias busquem reformular totalmente a sua estratégia de negócios e posicionamento, se quiserem se manter competitivas no mercado. O problema é que os varejistas estão errando na formulação da estratégia de transformação digital ou estagnados sem saberem em que investir. Não sei dizer qual dos dois é mais perigoso!

Digital First Retail é o termo que temos usado para definir a tendência crescente da jornada de compra do consumidor ser influenciada por canais digitais, não importando onde a transação final acontece. É muito importante que este movimento seja entendido pelos varejistas e que a experiência de compra desta nova jornada seja repensada.

Um estudo recente da Deloitte mapeou que 56% das vendas em lojas físicas envolvem um dispositivo digital, ou seja, o consumidor pode ter pesquisado o produto no Google no trabalho, ter comparado preços num app no celular ou ainda ter visitado o e-commerce de várias marcas antes de ter decido ir à loja física. Nos Estados Unidas, a Forrester estimou que o volume de vendas influenciadas pelo digital é 5x maior que as vendas online. Ou seja, entender a jornada digital é hoje 5x mais importante que ter um e-commerce competente.

Desta forma, podemos afirmar que a maioria das vendas de uma loja hoje começa no online, pois o primeiro instinto do consumidor quando está interessado em um produto é pesquisar informações e comparar os preços na internet. E muitas dessas buscas geram, de fato, vendas nas lojas físicas. Então, como melhorar a minha estratégica e conquistar um consumidor que conhece o produto na internet e depois vem comprar na minha loja?

A resposta está no conceito de micro moments, que, segundo o Google, são minúsculos momentos de intenção de tomada de decisão e formação de preferências que ocorrem durante a jornada do consumidor. Sua empresa precisa estar presente nesses momentos e é aí que entra o investimento na digitalização do negócio. O comportamento de consumo da geração atual mudou, e para sempre. Com o mundo baseado em buscas, as lojas físicas precisam perceber que devem ser encontradas facilmente com apenas um clique. Neste contexto, ter informações como localização das lojas, catálogo, estoque, preços, horas de abertura e fechamento facilmente encontráveis nos canais digitais durante os micro moments é fundamental.

Outra estratégia para atender às demandas e aumentar a satisfação desse público é permitir que a compra seja feita online e o pagamento na loja física, quando houver a retirada do produto – processo conhecido como Click and Collect. Desta forma, o varejista consegue aproveitar a vinda do cliente à loja para oferecer produtos que possam complementar o primeiro pedido dele. Se o cliente comprou um tênis novo, posso oferecer meias para usar com ele, por exemplo.

Muitos varejistas acreditaram que montar uma operação de e-commerce apartada das lojas físicas fosse uma estratégia de sucesso para o futuro. Pode até ter funcionado por um período, mas agora é a hora de repensar drasticamente essa posição. O relacionamento com uma marca não está isolado em um canal e para conseguir fornecer uma experiência de comprar fluida, e sem atritos, os varejistas vão ter que integrar canais digitais e físicos em todos os pontos de contato que fizerem sentido para entregar uma jornada que começa – prioritariamente – no digital.

Comprovadamente, o digital commerce é muito mais relevante que o e-commerce ou qualquer outro canal de vendas isolado. Isso significa que para oferecer produtos e serviços para o consumidor nesta nova era não há mais saída: é preciso aderir ao digital commerce!

Fonte: Portal Administradores

O futuro do e-commerce: o que esperar para 2018?


Posted in janeiro 12, 2018 by admin
image-1

O e-commerce é um setor que vem apresentando grande evolução, e em 2017 não foi diferente.

A Ebit, empresa de consultoria especializada em lojas online, mediu que, apenas no primeiro semestre, houve um aumento de 7,5% nesse número.

Em 2018, a tendência é que esse movimento continue crescendo. A maior familiarização do público com essas plataformas, a qualificação das ferramentas utilizadas e a melhoria da experiência de compra são alguns dos fatores que levam a esse diagnóstico.

Outra questão importante é que esse crescimento gera uma concorrência saudável, o que permite ao consumidor encontrar preços mais competitivos.

Para ajudar você a entender um pouco de como será o futuro do e-commerce, listamos no post de hoje as principais tendências desse setor para o ano de 2018. Confira!

Customização de produtos

Você se lembra daqueles sites que vendem camisetas, canecas e mais itens que podem ser personalizados conforme o gosto do cliente? Esse tipo de experiência ganhou força e migrou para outras áreas.

Por esse motivo, uma grande tendência para 2018 no e-commerce é a customização de produtos. Diversas empresas grandes já utilizam esse conceito, permitindo, assim, que o cliente tenha uma experiência única com base nas suas preferências e trazendo uma solução mais adequada para cada caso.

Gerar esse tipo de experiência é algo de imenso valor e fortalece muito a relação entre empresa e cliente, especialmente por tirar um pouco daquela sensação de ser apenas um mero comprador. A customização faz com que a empresa crie autoridade no mercado e seja vista com bons olhos por todos.

Um ponto importante é que isso não se reduz a empresas desse tamanho e ainda é uma área pouco explorada. Ou seja: existe um imenso potencial, e quem começar logo vai se colocar à frente dos demais com uma grande vantagem competitiva.

Para quem tem um e-commerce para vender os produtos que fabrica, essa é uma alternativa bem viável para se destacar no mercado. Para quem trabalha com marcas de outros fabricantes, é possível verificar quais parceiros são capazes de atender a essa demanda de customização e assim oferecer isso na sua loja virtual.

Compra personalizada

A compra personalizada não é o futuro, já é o presente. Mas como ela será uma tendência em 2018 se já está em voga? A questão aqui não é a novidade, e sim a consolidação de uma prática que vem funcionando muito bem.

Utilizar o histórico de navegação e compra do cliente facilita muito para oferecer opções melhores e, assim, aumentar o número de vendas, além de qualificar a experiência oferecida para ele.

E quem ainda não investe nesse tipo de ferramenta tem, no ano que se aproxima, uma espécie de segunda chamada, visto que a ausência desse recurso acarretará a perda de espaço, principalmente pela exigência dos consumidores em contar com soluções assim.

Soluções híbridas

As soluções híbridas são uma série de serviços diferenciados. Um dos grandes destaques nesse cenário e que se encaixa bem em lojas virtuais é a facilitação do serviço de entrega.

Em diversas ocasiões, os clientes compram no site e têm pressa para receber o produto. Visando solucionar isso, muitas empresas possibilitam que a retirada seja feita em uma loja física.

É claro que nem todas contam com essa opção, pois muitas trabalham somente online, mas, com certeza, é uma prática muito valorizada pelo público.

Aumento do uso do mobile

Já é fato que grande parte das compras em lojas virtuais é feita via dispositivos móveis. Por isso, oferecer soluções para facilitar o uso desses equipamentos não é simplesmente o futuro do e-commerce, mas a adequação a uma tendência forte e que vai se solidificar ainda mais em 2018.

Caso a sua loja virtual não ofereça essa facilidade de navegação, os clientes irão para sites concorrentes. Além disso, criar uma versão responsiva do seu site não é algo caro, e o custo/benefício vale a pena.

Valorização da produção de conteúdo

Todos recebemos milhares de ofertas por dia, sendo que muitas são agressivas e nem mostram detalhadamente do que tratam. Sendo assim, é importante cada vez mais unir a produção de conteúdo de qualidade à divulgação dos produtos.

Uma dica para isso são os vídeos, já que eles conseguem reunir bastante conteúdo em pouco tempo e, assim, passar uma explicação mais completa sobre o funcionamento dos produtos que estão sendo comercializados.

Um motivo forte para investir nesse recurso é que o processo de pesquisa do cliente fica cada vez mais facilitado, o que, naturalmente, os torna mais exigentes. Dessa maneira, quanto mais você qualificar esse processo, mais pontos positivos mostrará.

Maior utilização da inteligência artificial

A inteligência artificial vem sendo aplicada com sucesso nas lojas virtuais. Considerando o futuro do e-commerce, podemos dizer que essa é uma das mais fortes tendências para 2018.

Um grande exemplo disso são os chatbots, softwares que permitem simular a interação humana entre um atendente e o cliente. Ao automatizar esse processo, ganha-se muito em produtividade, otimização de custos e agilidade no processo.

Essa ferramenta permite rapidamente identificar os principais dados do cliente e, assim, oferecer uma jornada de compra melhor. Vale lembrar que, no mundo virtual, a velha máxima de que “tempo é dinheiro” tem cada vez mais valor, então, quem facilitar o processo de compra tanto em tempo quanto na qualidade dos serviços prestados vai ser visto de uma maneira diferenciada pelo mercado.

No marketing digital para e-commerce, a inteligência artificial também pode ser uma grande aliada, permitindo automatizar o uso de determinadas ferramentas, inclusive a criação de campanhas em mecanismos de busca e redes sociais, e-mail marketing e o uso do SEO.

Com base nessas dicas, você já tem um bom panorama sobre o futuro do e-commerce em 2018, então basta encontrar a melhor maneira de colocá-las em prática no seu negócio para colher os frutos que essas soluções apresentam.

Fonte: jet e-commerce

Primeira fase de implementação do eSocial para empresas começou


Posted in janeiro 11, 2018 by admin
image-1

eSocial abrange 14,4 mil empresas, que faturaram mais de R$ 78 milhões em 2016 ou que aderiram voluntariamente. Elas empregam 15 milhões de trabalhadores.

Teve  início esta segunda-feira (8) em todo o país a primeira etapa de implantação do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Ao todo a etapa envolve 14,4 mil empresas, que faturaram mais de R$ 78 milhões em 2016 ou que aderiram voluntariamente, de acordo com a Receita Federal. Juntas, elas empregam 15 milhões de trabalhadores, um terço do total.

O prazo para as empresas cumprirem a primeira etapa começou nesta segunda-feira e se estende até o dia 28 de fevereiro. Nesse período, disse a Receita, o sistema receberá apenas as informações cadastrais dos empregadores e as relativas às suas tabelas, tais como estabelecimentos, rubricas, cargos, etc. Somente a partir de março será possível o envio dos eventos não periódicos. Até lá, será possível fazer os ajustes necessários na qualificação cadastral dos funcionários, por exemplo.

Segundo o órgão, não há obrigatoriedade de envio dos dados necessariamente nos primeiros dias e a empresa pode fazer os eventuais acertos necessários em seus sistemas internos, bem como se utilizar do ambiente de produção restrita para seus testes, para só depois começar a enviar informações à Base Nacional.

Nos próximos dias, estará disponível no portal do eSocial, o canal “Fale Conosco” onde serão recebidas as dúvidas e as críticas sobre o sistema.

Multas e penalidades

As empresas que não enviarem os dados estão sujeitas a penalidades e multas. A multa prevista é de R$ 1,5 mil pelo não envio da escrituração digital, mas esse valor pode ser acumulado com as penalidades previstas pelas omissões das declarações que estarão sendo substituídas pelo eSocial.

O eSocial é um sistema de registro de informações criado para desburocratizar e facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores, para que as empresas possam realizar o cumprimento de suas obrigações fiscais, trabalhistas e previdenciárias de forma unificada e organizada. Por meio dele, pretende-se reduzir custos, processos e tempo gastos hoje pelas empresas com essas ações.

Quando totalmente implementado, o eSocial representará a substituição de 15 prestações de informações ao governo por apenas uma. Entre as informações que serão concentradas no sistema estão: Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e de Informações à Previdência Social (GFIP), Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e  Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF).

Com as informações coletadas por cerca de 8 milhões de empresas, será criado um banco de dados único, administrado pelo governo, abrangendo 18 milhões de empregadores e 44 milhões de trabalhadores.

Cronograma de implantação

No fim de novembro, a Receita Federal anunciou o cronograma de implantação do eSocial. A partir de janeiro de 2018, o sistema é obrigatório para entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78 milhões.

A segunda etapa terá início em 16 de julho de 2018 e abrangerá os demais empregadores, incluindo micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs). No caso dos entes públicos, o sistema será implantado a partir de 14 de janeiro de 2019.

O envio de dados também será feito por partes, em cinco fases. Inicialmente, as empresas e órgãos deverão incluir no sistema suas próprias informações, ou seja, cadastros do empregador e tabelas. Os dados sobre os trabalhadores e seus vínculos trabalhistas, como admissões e desligamentos, passam a ser solicitados em um segundo momento.

Posteriormente, passará a ser obrigatório o envio das folhas de pagamento, e, em uma quarta fase, a Guia de Informações à Previdência Social será substituída pelo novo sistema. Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador.

Veja abaixo o cronograma

Etapa 1 – Empresas com faturamento anual superior a R$ 78 milhões

Fase 1: Janeiro/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas

Fase 2: Março/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos

Fase 3: Maio/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento

Fase 4: Julho/18: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada

Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador

Etapa 2 – Demais empresas privadas, incluindo Simples, Micro Empregadores Individuais (MEIS) e pessoas físicas (que possuam empregados)

Fase 1: Julho/18 – Apenas informações relativas às empresas, ou seja, cadastros do empregador e tabelas

Fase 2: Set/18: Nesta fase, empresas passam a ser obrigadas a enviar informações relativas aos trabalhadores e seus vínculos com as empresas (eventos não periódicos), como admissões, afastamentos e desligamentos

Fase 3: Nov/18: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento

Fase 4: Janeiro/19: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) e compensação cruzada

Fase 5: Janeiro/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador

Etapa 3 – Entes Públicos

Fase 1: Janeiro/19 – Apenas informações relativas aos órgãos, ou seja, cadastros dos empregadores e tabelas

Fase 2: Março/19: Nesta fase, entes passam a ser obrigados a enviar informações relativas aos servidores e seus vínculos com os órgãos (eventos não periódicos) Ex: admissões, afastamentos e desligamentos

Fase 3: Maio/19: Torna-se obrigatório o envio das folhas de pagamento

Fase 4: Julho/19: Substituição da GFIP (Guia de Informações à Previdência) e compensação cruzada

Fase 5: Julho/19: Na última fase, deverão ser enviados os dados de segurança e saúde do trabalhador

Fonte: Agência Brasil – EBC

Page /